Envio Missionário
- Flávia Rangel
- 15 de jun.
- 2 min de leitura
Pregação: Pr. Carlinhos Veiga | 02 de junho de 2024 | Ano XIX nº 871 | Texto base: Mateus 5; João 17; Mateus 16.18; Atos 1.8
O envio dos discípulos de Cristo para a obra missionária deveria ser visto como uma prática comum da igreja. Não há outra forma de livrar o mundo de sua podridão e degeneração completa, se não por meio da presença e atuação dos filhos de Deus. Para as densas trevas, é preciso luz; para a terra infértil é preciso sal. Jesus diz aos seus discípulos: Vós sois o sal da terra... vós sois a luz do mundo. Se o sal não salga, para que serve? Torna-se motivo de vergonha. Se a luz não for colocada no lugar apropriado, como iluminará?
Jesus, na oração sacerdotal (Jo 17) rogou ao Pai: eu não peço que o Senhor tire do mundo os que me deste, mas que os proteja do maligno. Disse mais: Santifica-os na verdade, a tua palavra é a verdade. Assim como me enviaste ao mundo, eu os enviei ao mundo (17,18). Jesus pede ao Pai: não os tire, santifica-os; eu os enviei como o Senhor me enviou.
Essa forma de compreender o Evangelho torna a sua ação no mundo ativa, empreendedora e ousada. Nosso Senhor nos disse que no avanço da proclamação, as portas do inferno não prevaleceriam contra a sua Igreja (Mt 16.18). Disse ainda que essa mensagem deveria ser levada a todo o mundo, em todas as partes, em todos os lugares, desde os mais próximos de nós, aos mais longínquos, no poder do Espírito Santo (At 1.8). Como uma pedra lançada no meio de um lago sereno provoca ondas concêntricas a partir do ponto onde cai, o evangelho deveria ser pregado de um ponto como ondas que emanariam até os locais mais distantes.
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